Bom, eu acredito que nessa cidade as pessoas migram pela noite, só não sei pra onde ainda, noite é modo de falar porque depois das 18h quase não se ve pessoas andando pela rua. Talvez elas não migrem e sejam apenas pessoas fantasmas mas eu prefiro acreditar na primeira hipótese pra não ficar com medo.
BOm, mas como em tudo, se não tivesse a exceção não seria regra, pela noite sempre passa uns carros com som mais que alto (o pessoal deve ter complexo de inferioridade e compensa no som alto) e o mais conhecido pela minha pessoa é uma saveiro branca (as 'saveiro' me perseguem, se não é amarela é branca) que passa várias vezes girando em torno da praça escutando 'piriguete' e 'você não vai me conquistar com seu radinho de pilha', ele só deve ter essas duas músicas porque nunca vi ele escutanto outra.
A cidade deve ter uns 3 ou 4 carros per capita já que não se vê pessoas na rua mas muitos carros, tomara que eu também chegue lá (hehehe).
Agora o grande momento: amanhã é sexta, eu saio as 15h e vou pra Santa Maria \o/
Até lá =)
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Também tem coisas engraçadas
Durante a viagem, em Cruz Alta, entraram dois senhores no ônibus, eles começaram a falar das histórias de quando serviram no quartel tentando achar um vínculo entre eles (eu imagino que eles queriam ter se conhecido haha), depois de uma meia hora ou mais falando de quartel e que hoje é uma barbada, que no tempo deles era muito pior um deles começou a falar de Jesus. Não me pergunta por quê nem como chegaram em Jesus mas sei que um deles contou praticamente toda a Bíblia no ônibus até ele parar em Panambi quando desci.
Apesar da idéia estúpida que tive de não pegar um táxi, a caminhada me rendeu uma boa risada, como??
Vinha eu na minha caminhada solitária quando passa um carro de som, uma saveiro amarela, em campanha política e dizia:
- Oi, eu sou o 'fulano'(não lembro o nome exato), filho do Alemão do Cachorrão, sou candidato a vereador e conto com o seu voto...
Eu comecei a rir sozinho na rua, PUTA QUE PARIU, em Santa Maria tem o Alemão do Gás, não sei mais quem, mas esse ainda é o filho do cara.. hahahaa
Tem coisas que só Panambi faz pra você!!
Apesar da idéia estúpida que tive de não pegar um táxi, a caminhada me rendeu uma boa risada, como??
Vinha eu na minha caminhada solitária quando passa um carro de som, uma saveiro amarela, em campanha política e dizia:
- Oi, eu sou o 'fulano'(não lembro o nome exato), filho do Alemão do Cachorrão, sou candidato a vereador e conto com o seu voto...
Eu comecei a rir sozinho na rua, PUTA QUE PARIU, em Santa Maria tem o Alemão do Gás, não sei mais quem, mas esse ainda é o filho do cara.. hahahaa
Tem coisas que só Panambi faz pra você!!
A viagem
AGora sim, saí de santa maria as 12:05 de terça-feira em um ônibus que leva 3h20min pra fazer 170km já que ele vem parando. Parou em Julio de Castilhos e Cruz Alta e, então, o ápice, pro meu desespero ele entra numa tal de Pejuçara (anotem esse nome) que fica a uns 20km da estrada, ou seja, aumentou quase uma hora de viagem entre a ida e volta pra estrada. Pejuçara é uma cidade que deve ter umas 5 casas de tão pequena, a "rodoviária" é um bar e pro meu desespero tá no meio do meu caminho. Chegando em Panambi, como o hotel é perto da rodoviária (é tão pequena que não existe longe), só tinha um porém, tava quente, muito sol e o esperto aqui tinha o notebook em um braço e uma mala pesada em outro. Depois de derreter um pouco cheguei no hotel, pra minha felicidade tem internet wireless em Panambi. Larguei tudo e saí correndo pro banco, pessoal muito receptivo, legal mesmo, aí que todo mundo pensa "pronto, resolvido teu problema e dúvida", certo?? Não, errado!!
Começa-se então um novo problema:
Cheguei no banco e descobri que uma colega tá com a transferência pra Pinhal Grande (bem mais perto de Santa Maria e dá pra ir e vir todos os dias) e me propuseram a troca já que ela não quer mais ir. Começou um novo problema pra mim, "Ir ou não ir? Eis a questão". Todo mundo me diz que é ruim, pega 30km de chão mas eu penso na possibilidade de manter meus negócios em Santa Maria. Amanhã tenho que dar a resposta e não sei de novo o que faço. Boa sorte pra mim.
Começa-se então um novo problema:
Cheguei no banco e descobri que uma colega tá com a transferência pra Pinhal Grande (bem mais perto de Santa Maria e dá pra ir e vir todos os dias) e me propuseram a troca já que ela não quer mais ir. Começou um novo problema pra mim, "Ir ou não ir? Eis a questão". Todo mundo me diz que é ruim, pega 30km de chão mas eu penso na possibilidade de manter meus negócios em Santa Maria. Amanhã tenho que dar a resposta e não sei de novo o que faço. Boa sorte pra mim.
Os vídeos que falei
Segue os links que falei, vale a pena olhar:
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=yplX3pYWlPo&feature=related
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=ksoo-G_YB2o&feature=related
Quando eu voltar tem mais.
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=yplX3pYWlPo&feature=related
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=ksoo-G_YB2o&feature=related
Quando eu voltar tem mais.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
O começo do meu problema??
Bom, tudo começa em 2005, eu na faculdade fazendo contábeis resolvi "endireitar" a minha vida e fazer um concurso público. Obviamente não estudei, mas fui fazer a prova do Banrisul pra região Santa Maria. Conferi o resultado e tinha passado, porém muuuuuito mal, ou seja, nunca seria chamado. Correto?? Não. Errado!
Eis que no meio de 2008, formado a quase 3 anos, cursando o 2º semestre de direito, depois de ter largado o emprego pra trabalhar e assumir o escritório com meu pai, eu recebo uma carta de quem?? Sim, do Banrisul referente ao concurso de 2005 me convidando a comparecer em uma reunião caso tivesse interesse de assumir a vaga em outra região.
Na hora eu ri sozinho, era algo inesperado e disse prontamente "eu vou" , só que a vida é mais fácil quando estamos empolgados.
Fui pra Porto Alegre na tal reunião e pedi a vaga pra Panambi, e assumir em 10 dias, um lugar que eu não conhecia, não sabia onde ficava, nem como se ia, nem como se voltava, mal sabia a distância já que era meu critério de escolha. Então a vaga mais perto era a que eu consegui. Solução do problema?? Não!! Começo de um novo.
Agora com a vaga mais que inesperada, fora de hora, na mão eu tinha que decidir ir ou jogar fora a oportunidade. Não ir era botar uma chance fora, ir significava largar a faculdade, escritório, deixar o pai, mãe, enfim, mudar minha vida, um giro de 180 graus.
A partir de então conversei com muitas pessoas já que sou um pouco indeciso, totalmente dividido. Finalmente resolvi ir, fui pegar a papelada pra trancar a faculdade e meu coordenador me pára no caminho e diz "não vai, não vale a pena!" e assim se foi minha convicção voltanto o desespero.
Continuei a saga de conversa com um e outro, muitos apoiando, poucos dizendo que não valia a pena e meus pais meio em cima do mudo sem querer me segurar mas querendo que ficasse.
Resolvi ir e, momentos antes da viagem conversei com meu amigo Ricardo Blattes que me falou 'n' coisas e que me incentivaram muito a ir, pelo menos tentar e também dois vídeos do steve jobs que me ajudaram muito (posto os links na sequência).
Para não desistir sem tentar, aqui estou e já tenho algumas historinhas pra contar...
(continua)
Eis que no meio de 2008, formado a quase 3 anos, cursando o 2º semestre de direito, depois de ter largado o emprego pra trabalhar e assumir o escritório com meu pai, eu recebo uma carta de quem?? Sim, do Banrisul referente ao concurso de 2005 me convidando a comparecer em uma reunião caso tivesse interesse de assumir a vaga em outra região.
Na hora eu ri sozinho, era algo inesperado e disse prontamente "eu vou" , só que a vida é mais fácil quando estamos empolgados.
Fui pra Porto Alegre na tal reunião e pedi a vaga pra Panambi, e assumir em 10 dias, um lugar que eu não conhecia, não sabia onde ficava, nem como se ia, nem como se voltava, mal sabia a distância já que era meu critério de escolha. Então a vaga mais perto era a que eu consegui. Solução do problema?? Não!! Começo de um novo.
Agora com a vaga mais que inesperada, fora de hora, na mão eu tinha que decidir ir ou jogar fora a oportunidade. Não ir era botar uma chance fora, ir significava largar a faculdade, escritório, deixar o pai, mãe, enfim, mudar minha vida, um giro de 180 graus.
A partir de então conversei com muitas pessoas já que sou um pouco indeciso, totalmente dividido. Finalmente resolvi ir, fui pegar a papelada pra trancar a faculdade e meu coordenador me pára no caminho e diz "não vai, não vale a pena!" e assim se foi minha convicção voltanto o desespero.
Continuei a saga de conversa com um e outro, muitos apoiando, poucos dizendo que não valia a pena e meus pais meio em cima do mudo sem querer me segurar mas querendo que ficasse.
Resolvi ir e, momentos antes da viagem conversei com meu amigo Ricardo Blattes que me falou 'n' coisas e que me incentivaram muito a ir, pelo menos tentar e também dois vídeos do steve jobs que me ajudaram muito (posto os links na sequência).
Para não desistir sem tentar, aqui estou e já tenho algumas historinhas pra contar...
(continua)
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