quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Só pra frizar

Só pra frizar, o dia já começou bem, meu time ganhou, voltou a ser líder do brasileirão e eu consegui carona pra ir pra casa amanhã.

=)

Mais uma descoberta

Hoje, depois de um dia normal de trabalho, tinha o futebol com o pessoal do banco das 19 às 20h, como não tinha mais o que comer hoje eu pensei em passar no mercado depois do jogo. Graaaaaaaaaaaaaande erro, cheguei no mercado perto das 20h e 30 minutos, quando bati o olho na porta ele já tava fechado, ou seja, o mercado fechava as 20h e eu não tinha o que comer.
Saí então à procura de algo pra comer em uma cidade que tudo fecha as 20h, achei um lugar que vende lanches, entrei e perguntei "vocês fazem xis" e o cara disse "sim", eu continuei "posso pedir um pra levar?" e ele "sim" e foi então que eu pedi "me dá um xis filé", nesse momento o carinha arregalou os olhos apavorado, me deu o cardápio e me disse "nós só temos esses" (hahahaha). Pelo menos eu consegui um xis galinha com bastante catupiry porque em Panambi não se faz xis filé (hiuaehiuaheuiaheua).

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A saga continua

Como diria Galvão Bueno "ééééééé amigo, a coisa não tá fácil", quando achei que tava aqui eu não tava mais, tô quase indo pra Pinhal Grande, outra megalópole (hahaha), pelo menos se eu for eu consigo ir e voltar pra casa todos os dias.
Sexta-feira tenho mais uma 'conversa' pra resolver meu futuro.
Agora é esperar.
Sem histórias engraçadas hoje.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Semana nova

Bom, semana nova, agora sim praticamente trabalhando de verdade. Atendendo pessoas dá pra dar algumas boas risadas e a homenagem especial vai pra uma senhora bem velhinha que não consigo entender o porquê pediram pra ela atualizar o cadastro no banco.
A senhora, coitadinha, não consegue ficar sem tremer, mal conseguia assinar o papéis e também falava metade português e metade alemão o que não facilitava a comunicação.
Aí me perguntam: "Tá, e aí?? O que tem de especial nisso?" e eu respondo: "Nada!"
A parte engraçada é meio nojenta mas lá vai:
R: Bom dia
S: Bom dia
R: Como posso ajudar a senhora?
S: Recebi essa carta do banco.
R: Vamos ver... é só para atualizar o seu cadastro, me empresta seus documentos.
... aqui começa o ponto onde eu queria chegar ...
S: Sabe que ontem eu estava com gripe, com muita febre mas hoje acordei e quando levantei fiquei tonta. Mas, logo depois da tontura comecei a tossir e saiu uns 'catarros amarelos' daí fiquei boa. (Nesse momento ela começa a tossir na minha frente e eu sem saber se continha a risada ou me esquivava da tosse dela com medo que saltasse alguma coisa).

R = Rodrigo
S = Senhora
________

Depois dessa senhora citada anteriormente entra um cara furioso porque o cartão dele tava bloqueado e não saia dinheiro na máquina, revoltado era pouco. Pedi o cartão dele e fui tentar descobrir porquê absurdo estaria bloqueado o cartão do cara, foi então que eu disse:
- Talvez o bloqueio seja porque o senhor já estourou o limite faz tempo.
É incrível como essa frase acalma qualquer pessoa. (ahahah)

domingo, 5 de outubro de 2008

Textinho Legal =)

Domingo de noite em Santa Maria, preparativos pra voltar pra Panambi na segunda, eu ratiando no sofá com o computador no colo e, sei lá como, cheguei no orkut de uma guria, então fui parar no blog dela e, eu gosto de ler o que as pessoas escrevem, encontrei o texto que vou colocar abaixo, achei muito interessante pois acredito que se as pessoas utilizassem tais palavras mais frequentemente haveria menos stress no mundo.
Sendo assim, lá vai:


O Foda-se de Millôr Fernandes

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional a quantidade de foda-se! que ela fala.
Existe algo mais libertário do que o conceito do foda-se!?
O foda-se! aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.
Não quer sair comigo? Então foda-se!.
Vai querer decidir essa merda sozinho (a) mesmo? Então foda-se!.
O direito ao foda-se! deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover
nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos.
É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

Prá caralho, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que Prá caralho?
Prá caralho tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas prá caralho,
o Sol é quente prá caralho, o universo é antigo prá caralho, eu gosto de cerveja prá caralho, entende?

No gênero do Prá caralho, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso Nem fodendo!.

O Não, não e não! e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade Não, absolutamente não! o substituem.
O Nem fodendo é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades
de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral?
Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo Marquinhos presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!.
O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicinio.

Por sua vez, o porra nenhuma! atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição
de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível
imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele
chefe idiota senão com um PHD porra nenhuma!, ou ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!.
O porra nenhuma, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior.
É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.

São dessa mesma gênese os clássicos aspone, chepone, repone e mais recentemente, o prepone - presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos. / Pense na sonoridade de um Puta-que-pariu!, ou seu correlato Puta-que-o-pariu!,
falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer puta-que-o-pariu!
dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar
e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso vai tomar no cu!? E sua maravilhosa e reforçadora derivação vai tomar no olho do seu cu!.
Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável,
se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: Chega! Vai tomar no olho do seu cu!.

Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e sai a rua, vento batendo na face,
olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios. /

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: Fodeu!.
E sua derivação mais avassaladora ainda: Fodeu de vez!. Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora
para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?
Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior
de alerta e autodefesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro
e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala?

Fodeu de vez!


Ah, os créditos, o nome da tal guria que eu não conheço é Gabriela e pra chegar no blog dela é só clicar no nome.